O jogo emprega a mecânica de tumble (ou cascata), muito comum em slots modernos de alta volatilidade. O funcionamento é direto:
- Você faz um giro.
- Os 30 símbolos caem nas posições da grade.
- Se 8 ou mais símbolos idênticos aparecem, uma vitória é registrada.
- Os símbolos vencedores desaparecem da tela.
- Novos símbolos caem de cima para preencher os espaços vazios.
- Se a nova configuração formar outra combinação de 8+, o ciclo se repete.
- Esse processo continua até que nenhuma nova combinação se forme.
Esse mecanismo permite múltiplas vitórias consecutivas a partir de um único giro. Cada cascata bem-sucedida é uma nova chance de ganho sem custo adicional.
Os símbolos se dividem em duas categorias:
- Símbolos de baixo valor: Pedras preciosas em cinco cores (azul, verde, amarela, roxa e vermelha). Pagam de 0,25x a 2x a aposta para 8 a 12+ unidades.
- Símbolos de alto valor: Taça, anel, ampulheta e coroa. Pagam de 2x a 50x a aposta para 8 a 12+ unidades.
Vale notar: não existem símbolos Wild (coringas) no Gates of Olympus. Isso é um ponto de atenção para quem está acostumado com slots que usam coringas para completar combinações.
Em qualquer giro ou tumble, tanto no jogo base quanto nos free spins, podem aparecer esferas com multiplicadores aleatórios cujos valores variam de 2x a 500x. Quando uma sequência de cascatas termina com vitória, todos os multiplicadores visíveis na tela são somados e aplicados ao ganho total daquela sequência.
Por exemplo: se durante uma cascata aparecem dois multiplicadores (10x e 5x), eles são somados (15x) e aplicados ao valor total da vitória. Cenários com multiplicadores extremos (100x a 500x) são estatisticamente raros, mas são justamente eles que criam as grandes vitórias que tornaram o jogo famoso.